24 novembro, 2011

Evangelista é morto a tiros no Paquistão


“Nosso pai foi morto a tiros sem existir nenhuma razão para isso.”
Um evangelista foi morto a tiros na quarta-feira por um atirador não-identificado no qual sua família acredita ser um membro de um grupo radical muçulmano que tem como principal alvo os cristãos.
Zahid Jameel, 25 anos, disse ao Compass que seu pai, Jameel Saawan, e um ajudante estavam abrindo as portas da sua loja de comésticos na área de Gulshan-e-Iqbal, no centro comercial de Karachi, Paquistão, na manhã de quarta-feira, quando um jovem apareceu e disparou contra seu pai.
O assassino fugiu em uma motocicleta na qual duas pessoas estavam esperando e vigiando o que estava acontecendo, disse Zahid. “Acreditamos que meu pai foi morto por causa da pregação da Bíblia, porque não existe outra razão”, disse ele.
Seu pai não havia comentando nada de ter recebido ameaças nas últimas semanas, apesar de ter recebido após ter manifestado desejo de começar uma organização de bem-estar para os cristãos pobres na região de Karachi.
Apesar de receber as ameaças e telefonemas intimidadores, Zahid disse que seu pai continuou a pregar e foi muito respeitado na comunidade cristã como um exemplo de perseverança e coragem.
“Vivemos em um apartamento alugado e nossas lojas também são de locação. Não temos propriedade e não temos inimigos, por isso estamos chocados com o homicídio”, disse ele. “Não foi um simples roubo, porque o assassino andou na direção do meu pai e disparou contra ele.”
Zahid disse que sua mãe está em estado de choque após a morte de seu pai, assim como suas três irmãs e seu irmão mais velho, Shahid. “Nosso pai foi morto a tiros sem existir nenhuma razão para isso.”
Jameel Saawan e sua família se mudaram para Karachi há 10 anos. Segundo seu filho, seu pai havia dito que estava na hora dele começar a transmitir as boas novas para todos que ele conhecia. Mas Zahid disse que seu pai nunca entrou em discussões sobre isso. Todas as tardes, seu pai fazia visitas para pessoas e compartilhava do Evangelho.
Por ter uma vida extremamente dedicada ao evangelismo, autoridades continuam com a ideia de que a morte de Jameel teve um motivo religioso por trás.

FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

21 novembro, 2011

Perseguição X liberdade religiosa


Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.
De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.
Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:
1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.
2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.
3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.
4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais - e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
Pode-se dizer então, que o individuo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.
Segundo o fundador da Portas Abertas, Irmão André, “perseguição não se refere a casos individuais, mas sim, quando um sistema, político ou religioso, tira a liberdade de um cristão ou o acesso à Bíblia, restringe ou proíbe o evangelismo de jovens e crianças, atividades da igreja e de missões.
Para o Irmão André, não é legítimo usar o termo perseguição para descrever uma tragédia individual que ocorre numa sociedade que concede liberdade religiosa. É um termo que deve ser reservado para comunidades inteiras que enfrentam campanhas organizadas de repressão e discriminação, como ocorreu no estado de Orissa, na Índia, em 2008.
Perseguição segundo a Bíblia
Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição:

Governantes (Atos 12.2)
Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)
Mercadores (Atos 16 e 19)
Agitadores (Atos 17)
Família (Mateus 10.35,36)
Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).
Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.
Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.
Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.
Se quiser saber mais detalhes sobre a perseguição nos dias de hoje, leia o livro A fé que persevera – Guia essencial sobre a perseguição à Igreja, de Ronald Boyd-MacMillan, publicado pela Portas Abertas.
No livro, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”. 
fonte: Portas Abertas

23 setembro, 2011

Interceda pelos Cristãos palestinos


PALESTINA (44º) - Amanhã (23/09), o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, pedirá à Organização das Nações Unidas (ONU) o reconhecimento do Estado Palestino como membro da organização internacional. Os palestinos esperam obter o apoio de mais de 150 países dos 192 membros da ONU. Essa questão causa grande tensão e preocupação entre nossos irmãos e irmãs em Cristo, tanto nos territórios palestinos quanto israelenses.

Nos últimos anos, vários esforços têm sido feitos para promover a reconciliação entre judeus messiânicos (aqueles que creem que Jesus Cristo é o filho de Deus) e cristãos palestinos. A decisão do dia 23 de setembro provavelmente alcançará os dois grupos. Por isso, é necessário que a Igreja Brasileira permaneça ao lado de nossos irmãos que vivem na Terra Santa e orem em favor deles.

Clique aqui e leia o artigo Disputa da Terra Santa.

Oremos por:

- para que não aconteçam atos violentos como resultado da decisão da ONU, seja ela qual for;

- que a união frágil entre alguns grupos de judeus messiânicos e cristãos palestinos não seja quebrada por causa de questões políticas;

- para a continuidade no processo de reconciliação entre o Corpo de Cristo naquela terra;

- para que os cristãos sejam exemplo de pacificadores entre judeus e palestinos;

- para que o Senhor use todas as coisas de acordo com Sua vontade.


Fonte: Portas Abertas

Evangélicos são ameaçados de morte por autoridades locais



MÉXICO (*) - Pelo menos 70 cristãos evangélicos da região centro-leste do México foram expulsos pelas autoridades locais do local onde moram, região na qual moram muitos católicos tradicionais que, supostamente, ameaçaram crucificá-los e linchá-los.

Inicialmente, cerca de 50 famílias de cristãos protestantes foram obrigadas a deixar a vila em 12 de setembro, mas alguns foram autorizados a permanecer, sob a condição de fazer seus cultos fora da aldeia. Além disso, não podem evangelizar os católicos tradicionais da região, os quais praticam uma mistura de rituais indígenas e católicos.

O governo de Puebla se curvou diante da pressão e das exigências dos católicos tradicionais da aldeia de San Rafael Tlanalapan, a cerca de 100 quilômetros da capital, conforme informou o jornal La Jornada de Oriente.

Testemunhas disseram ter visto diversos evangélicos, incluindo um pastor, fazendo suas malas e ajuntando rapidamente seus pertences para partir. Segundo informações, isso aconteceu porque os católicos tradicionais da região disseram que iam “crucificá-los ou linchá-los”, caso eles não fossem embora após a determinação feita no dia 12 de setembro.

O prefeito da região colaborou com as expulsões dos cristãos, receoso de perder seu cargo, após a pressão dos católicos. A católica Irma Diaz Perez informou a decisão tomada: “Eles nunca mais vão voltar, pois nós temos leis contra eles e eles não têm permissão para ficar aqui”.

A perseguição contra os evangélicos no México não é atual. Em um caso, cristãos evangélicos foram proibidos de ter acesso a água. Alguns funcionários também relataram ataques contra famílias evangélicas em anos anteriores.

Tudo isso ocorre porque o México é um país tradicionalmente católico. Dessa forma, muitos evangélicos são detidos por crimes que não cometeram.


Fonte: Compass Direct

21 setembro, 2011

Cristãos são "caçados" em meio a crise alimentar



SOMÁLIA (5º) - A violenta perseguição contra os cristãos continua na Somália e um grupo que cuida e protege o direito dos cristãos acredita que os extremistas islâmicos são os principais culpados pelo crescente assédio que os cristãos têm sofrido.

O último incidente ocorreu na cidade de Hudur, onde Jonathan Racho, da Internacional Christian Racho (ICC), relata que os radicais islâmicos sequestraram um cristão e depois o decapitaram. Alguns dias depois do sequestro, acharam o corpo do sequestrado.

Racho acredita que os extremistas islâmicos do Al-Shabaab, que tem laços com a Al Qaeda, são responsáveis pelo assassinato. “Mas essa não é a primeira vez que os extremistas fizeram algo assim”, diz ele.

“Os membros do grupo radical islâmico al-Shabbab mostraram, de forma nítida, que têm intenções muito claras de abolir o cristianismo no país”, observa Racho. Juma Nuradin Kamil é o último mártir de Cristo no país, em que o grupo extremista tem absoluto controle.

“Eles foram à caça dos cristãos no país”, disseram com grande lamento algumas fontes da Somália. “E onde quer que eles encontrem os cristãos, irão persegui-los e atacá-los. Então, é muito difícil, para os cristãos, adorar livremente a Deus na Somália.”

Racho está convocando todos os cristãos de todo o mundo para que orem pelos seus irmãos que moram na Somália: para que continuem firmes em sua fé e possam sair vitoriosos, após todas essas situações difíceis.




Fonte: Persecution

Igreja cresce em meio a perseguição e comunismo



CHINA (16º) - No começo, a repressão contra os cristãos na China causou uma grande onda de conversão em massa. Agora, a BBC especula que uma epidemia do capitalismo dentro do país pode transformar o povo de Deus.

Muitos dos cristãos da China são jovens que estão construindo suas carreiras, achando que o mundo corporativo pode ser frio e cruel. Um jovem chinês disse que sua igreja tem sido uma alternativa positiva, pois onde trabalha há muita falta de sinceridade.

“Temos 50 jovens profissionais nesta igreja. Todos estão ocupados demais trabalhando e não têm tempo para socializar, e aí, mesmo se você se socializar, será algo que você não é”, disse uma fonte.

“Mas, nas igrejas, as pessoas se sentem aquecidas, se sentem bem acolhidas. Sentem-se realmente amadas, fortalecendo seus vínculos com a comunidade cristã, o que atrai ainda mais pessoas.”

As estatísticas do governo dizem que há cerca de 25 milhões de cristãos na China, sendo 18 milhões de protestantes e seis milhões de católicos. No entanto, as organizações independentes indicam que existem muito mais cristãos, chegando perto de 60 milhões.

Devido ao aumento do cristianismo que tem ocorrido dentro da China, o governo ainda controla fortemente os cultos dentro do país. Igrejas registradas pelo governo só podem ter reuniões dentro de casas, e as igrejas devem aderir ao slogan “ame o país, ame sua religião.”

Mas os cristãos chineses, na verdade, não podem expressar livremente suas crenças e aquilo em que acreditam.





Fonte:   Christian Post

14 setembro, 2011

Aiatolá convida líderes cristãos para debate


IRÃ (2º) - Após todas as advertências e as preocupações dos funcionários do governo iraniano quanto ao crescimento progressivo do cristianismo no país, especialmente nas igrejas domésticas do Irã, o aiatolá Sobhani convidou os líderes para um debate.

Segundo a agência iraniana Mohabat Christian News, a agência oficial de notícias, ISNA, informou que o aiatolá Sobhani comentou recentemente, em uma de suas aulas de interpretação do Alcorão, no Seminário Hojatieh de Qom: “Se os cristãos estão prontos, também estamos prontos para conversar com eles.”

O aiatolá Sobhani é uma das principais fontes de orientação e referência, o mesmo que recentemente alertou sobre o rápido crescimento do cristianismo entre os jovens iranianos e disse que 600 pessoas na cidade de Neishaboor se converteram também.

Sobhani não mencionou como nem onde esses debates iriam ocorrer e quais grupos de cristãos poderiam participar. O líder xiita afirmou que os cristãos têm escrito livros sobre Imam Ali, primeiro líder dos xiitas. No entanto, ele não mencionou qualquer nome de livro e não disse onde esses livros estavam sendo publicados.

Antes disso, em março de 2011, o site “Alef”, afiliado ao governo islâmico, havia publicado um artigo, dizendo que um iraniano – que mora no Canadá e alega ser professor na Universidade de Caleton – convidou cristãos iranianos para um debate na televisão estatal do Irã. Ele disse que essa proposta foi uma maneira de lidar com o crescimento do cristianismo no Irã.

Nesse artigo, esse professor teria usado palavras negativas para descrever o crescimento do cristianismo, como “sedição” e “calamidade”. Algumas soluções foram propostas por ele, como convidar os líderes cristãos para discutir a legitimidade do cristianismo. O professor iraniano no Canadá também afirmou que o governo islâmico do país pode se livrar do cristianismo em uma semana, se quiser.


Fonte: Mohabatnews

Cristãos são obrigados a compartilhar o evangelho secretamente


VIETNÃ (18º) 
- O governo vietnamita mantém o discurso de que permite a liberdade religiosa, mas os pastores e outros cristãos são rotineiramente interrogados pela polícia de segurança, para testemunharem sobre as atividades cristãs.

Falando na Conferência Bienal da Comunidade dos Vietnamitas Menonitas, que ocorreu nos dias 12 a 14 de agosto, Bui Thanh Nhan, pastor da Igreja Evangélica My Tho do Vietnã, falou sobre os desafios que a igreja vietnamita enfrenta.

O Pastor Nhan teve uma estreita associação com os menonitas, pois trabalhou na Clínica Evangélica em Pleiku, criada em 1963 pelo Comitê Central Menonita em cooperação com a igreja evangélica.

A igreja aprendeu a viver em família e todos os eventos que havia na comunidade eram usados para evangelizar, incluindo festas de aniversários, casamentos, festas de ano novo, festas infantis e até funerais.

Nhan disse que os membros da Igreja Evangélica agradecem a Deus pelo alimento e, quando um grupo da igreja vem visitar a comunidade ou a família, sempre participa de alguma refeição e o pastor é convidado, para orar com eles.

Em seguida, um membro do grupo menonita diz: “Vocês podem orar, pastor, mas antes queria saber sobre o significado do nascimento e da morte de Jesus”, pois eles vêm de uma cultura em que veneram ancestrais.

O pastor, então, pede para falar por cinco minutos, antes de liderar a oração da refeição. “Devemos ser prudentes como as serpentes e simples como as pombas”, diz Nhan.

Existem agora 90 congregações menonitas registradas, com mais de 6 mil membros, e várias congregações têm construído seus próprios templos. A Igreja Menonita do Vietnã tem 78 congregações registradas, que possuem 6.700 membros. Ambos os grupos têm programas de treinamento para líderes de igreja e evangelistas.



Fonte: Persecution

Cristãos convertidos são atacados e espancados



ÍNDIA (32º) - Traz uma grande preocupação ver como os cristãos são regularmente atacados na cidade de Karnataka por nacionalistas hindus, enquanto as autoridades “fazem ‘vista grossa’, porque a sua sobrevivência política depende desses grupos”, denuncia Sajan Geroge, presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC).

 


Bhasker Naik, 20 anos, e Hemanth Naik, 22, que moram na aldeia de Mank, trabalharam por mais de um ano na cidade de Udupi, empregados de uma empresa privada do país.

Cerca de seis meses atrás, os meninos começaram a seguir os sermões do pastor Sadananda, da Igreja da Comunhão com Cristo, em Hiberettu, e se converteram ao cristianismo. Em 7 de setembro os dois voltaram para sua aldeia, mas alguns ativistas do Bajrang Dal (grupo hindu ultranacionalista) souberam das conversões e começaram a agredi-los, ordenando-lhes que voltassem ao hinduísmo.

Confrontados com a recusa de Bhaskar e Hamenth em negar a Cristo, os ativistas hindus relataram à delegacia de polícia de Honnavar que eles estavam realizando conversões forçadas. O inspetor de polícia conduziu uma investigação e prendeu os dois, que ainda permanecem na prisão.

“Desde maio de 2008, quando o BJP  chegou ao poder em Karnataka, a liberdade de culto na região para a comunidade cristã está sob ameaça, mesmo quando se trata de casas particulares”, disse Sajan George.

“Nossos locais de culto estão sob controle constante de forças fundamentalistas, que sistematicamente não deixam os fiéis orarem nem realizarem cultos, agredindo pastores e membros. Enquanto isso, a polícia está cada vez mais disponível para acusar e prender os cristãos.”
Fonte: Mohabatnews

12 setembro, 2011

Pastor perde seu ministério por não pagar propinas





MIANMAR (27º) - O pastor Chin, enviado como missionário cristão a Kyaukhtu, em Magway, há quase três anos, foi obrigado, pelas autoridades locais, a interromper seu trabalho e deixar a cidade, no dia 20 de agosto de 2011.

O missionário cristão Chin, que não teve seu verdadeiro nome revelado, foi forçado a regressar à sua terra natal, ao ser acusado de não participar do chamado “trabalho voluntário” e de não pagar propina às autoridades.

Em Mianmar, as minorias religiosas, incluindo cristãos e muçulmanos, têm sido forçadas a pagar propinas, alimentos e materiais para manter os templos budistas e servir aos militares, de acordo com o relatório anual de 2011 da USCIRF (Estados Unidos da Comissão Religiosa Internacional de Liberdade).

Um dos líderes cristãos de Mianmar disse que o pastor expulso e sua família ficaram em um quarto, na missão em que trabalhavam. Eles foram expulsos do bloco Kungpho, depois que as autoridades cobraram as propinas e, como punição por eles não pagarem, cortaram-lhes a eletricidade e a água.

“As autoridades advertiram que medidas adicionais poderiam ser tomadas; caso eles não obedecessem, emitiriam uma ordem proibindo os filhos do pastor de estudar na escola”, acrescentou um morador local que pediu para não ser identificado.

Não tendo outras opções, o pastor, com sua família, que viveu na região por cerca de 2 anos, sendo muito conhecido, deixou a cidade e foi para uma cidade mais próxima do sul do país.

Falando por telefone no último sábado, o pastor disse: “Eu estou preocupado, e preocupado com os membros da igreja; quero realmente voltar, o mais rápido possível. Por favor, orem por mim, para que a porta seja aberta para continuar o meu trabalho com os membros da igreja e para que eu seja fiel e forte neste momento tão difícil.”


Tradução: Portas Abertas

Fonte: Persecution